sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O CORTIÇO, O PALACETE, A FAVELA, A MINHA CASA...

MINHA DÍVIDA

Falando de Pobreza


"A mídia nacional, no capítulo luxo, é completamente desorientada. Qualquer casa de dois pisos é mansão. Qualquer copeiro é mordomo. Igual novela de Gloria Magadan" Hildegard Angel


“Ninguém está condenado a ser bom ou a ser mau só porque nasceu na pobreza.”  Rachel Sheherazade

“A vagabundagem com cachaça tira o juízo do homem.” Dr. Gusmão In Favela Iluminada, J.L.R. Set 2017


“- Mas afinal de conta o que é essa tal de República, hein?

- A República deve ser o futuro.

- Futuro? A Deus pertence!” O Cortiço


Resenha "O Cortiço" - Aluísio de Azevedo
Sinopse: “conta a história do caminho que João Romão percorre para ficar rico. Para conseguir atingir esse objetivo, ele, que é o dono do cortiço, explora os seus empregados e até comete furtos. A sua amante, Bertoleza, trabalha continuamente, sem folgas ou descansos. Ao lado do cortiço mora Miranda, um comerciante bem sucedido, que entra em disputa com João Romão por uma braça de terra que quer comprar para aumentar o seu quintal. Como eles não entram em acordo, eles rompem relações. Movido por uma extrema inveja de Miranda, João passa a trabalhar arduamente para conseguir ficar mais rico do que o seu rival. Quando Miranda recebe o título de barão, aos poucos João percebe que não basta apenas ganhar dinheiro, mas também participar ativamente da vida burguesa, como ler livros e ir ao teatro, por exemplo. O relacionamento entre Miranda e João Romão melhora quando João passa a tentar imitar as conquistas do rival, tanto que o cortiço passa a ser um lugar mais organizado e agradável e passa a se chamar Vila João Romão. João começa uma amizade com Miranda e pede a mão de sua filha em casamento, mas tem Bertoleza atrapalhando os seus planos. Dessa forma, João a denuncia como escrava fugida, e em um ato de desespero, ela acaba cometendo o suicídio. Assim, ele fica livre para se casar e se encerra O Cortiço.”






O CORTIÇO, DE ALUÍSIO AZEVEDO (#20)



Zezé Motta - "Rita Baiana" (1978)



Rita Baiana
Zezé Motta
 
Olha meu nego quero te dizer
O que me faz viver
O que quase me mata de emoção
É uma coisa que me deixa louca
Que me enche a boca
Que me atormenta o coração
Quem sabe um bruxo
Me fez um despacho
Porque eu não posso sossegar o facho
É sempre assim
Ai essa coisa que me desatina
Me enlouquece, me domina
Me tortura e me alucina

Olha meu nego
Isso não dá sossego
E se não tem chamego
Eu me devoro toda de paixão
Acho que é o clima feiticeiro
O Rio de Janeiro que me incendeia
O coração
Eu nem consigo nem pensar direito
Com essa aflição dispara no meu peito
Ai essa coisa que me desatina
Me enlouquece, me domina
Me tortura e me alucina
E me dá
Uma vontade e uma gana dá
Uma saudade da cama dá
Quando a danada me chama
Maldita de Rita Baiana

Nu outro dia o português lá da quitanda
O Epitácio da Gamboa
Assim à toa se engraçou e disse:
"Oh Rita rapariga eu te daria 100 miréis por teu amor"
Eu disse:
Vê se te enxerga seu galego de uma figa
Se eu quisesse vida fácil
Punha casa no Estácio
Pra Barão e Senador
Mas não vendo o meu amor
Ah, ah, isso é que não!

Olha meu nego quero te dizer
Não sei o que fazer
Pra suportar a minha escravidão
Até parece que é literatura
Que é mentira pura
Essa paixão cruel de perdição
Mas não me diga que lá vem de novo
A sensação
Olha meu nego assim eu me comovo
Agora não
Ai essa coisa que me desatina
Me enlouquece, me domina
Me tortura e me alucina
E me dá
Uma vontade e uma gana dá
Uma saudade da cama dá
Quando a danada me chama
Maldita de Rita Baiana
Composição: Geraldo Carneiro / John Neschling


A República

- A República.
- A República.
- A República.
- A República.
- A República.
- A República.

- Que foi?

- Foi proclamada a República?

- E o que é essa República?

- Eu não sei não.

- Mas afinal de conta o que é essa tal de República, hein?

- A República deve ser o futuro.


- Futuro? A Deus pertence!



O Cortiço – Completo



República

- Viva a República!
- Viva a República!
- Viva a República!
- Viva a República!
- Viva a República!
- Viva a República!


Saudades Da República
Luiz Ayrão
 

República, república
Ai que saudades dos meus tempos de república (estribilho 2x)

Chegava de porre no quarto
Cantando chorinho e sambão
Acordava no meio da noite
Fazendo a maior confusão
A camisa que eu mais gostava
Enxugava o chão do corredor
E uma meia da mulher amada
Era lá na cozinha o melhor coador
Estribilho
Livro emprestado não vinha
E o que vinha não ia também
Tomava o dinheiro emprestado
Depois não pagava ninguém
Nota baixa tirava de letra
Na roda de samba e batida
E brigava sem ser carnaval
Se falasse mal da portela querida
Estribilho
Requeijão que mamãe me mandava
Sumia sem nêgo saber
A pelada era de madrugada
Com bola de não sei o quê
Esse tempo agora é passado
Foi um doce de felicidade
Pois agora a barriga burguesa
Atrás de uma mesa chora de saudade



“Mas um dia, nós nem pode se alembrá
Veio os homis c'as ferramentas
O dono mandô derrubá”

“Mas um dia, nós nem pode se alembrá
Veio os homis c'as ferramentas
O dono mandô derrubá”


Palacete



Saudosa Maloca
Adoniran Barbosa
 

Se o senhor não tá lembrado
Dá licença de contá
Que acá onde agora está
Esse adifício arto
Era uma casa véia
Um palacete assobradado

Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia, nós nem pode se alembrá
Veio os homis c'as ferramentas
O dono mandô derrubá

Peguemos todas nossas coisas
E fumos pro meio da rua
Apreciá a demolição
Que tristeza que nós sentia
Cada táuba que caía
Doía no coração

Mato Grosso quis gritá
Mas em cima eu falei:
Os homis tá cá razão
Nós arranja outro lugar
Só se conformemo quando o Joca falou:
"Deus dá o frio conforme o cobertor"

E hoje nós pega páia nas gramas do jardim
E prá esquecê, nós cantemos assim:
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossa vida
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossas vidas
Composição: Adoniran Barbosa

"Dentro de dez dias
Quero a favela vazia
E os barracos todos no chão"


Favela



Adoniran Barbosa - Despejo Na Favela (Com Letra)

Despejo na Favela
Adoniran Barbosa
 

Quando o oficial de justiça chegou
Lá na favela
E, contra seu desejo
Entregou pra seu narciso
Um aviso, uma ordem de despejo

— Assinada, seu doutor
Assim dizia a 'pedição'
"Dentro de dez dias
Quero a favela vazia
E os barracos todos no chão"

— É uma ordem superior
Ô, ô, ô, ô, ô!, meu senhor!
É uma ordem superior
Ô, ô, ô, ô, ô!, meu senhor!
É uma ordem superior

— Não tem nada não, seu doutor
Não tem nada não
Amanhã mesmo vou deixar meu barracão
Não tem nada não, seu doutor
Vou sair daqui
Pra não ouvir o ronco do trator

— Pra mim não tem 'probrema'
Em qualquer canto eu me arrumo
De qualquer jeito eu me ajeito
Depois, o que eu tenho é tão pouco
Minha mudança é tão pequena
Que cabe no bolso de trás

...Mas essa gente aí, hein?
Como é que faz?
Mas essa gente aí, hein?
Com'é que faz?
Ô, ô, ô, ô, ô!, meu senhor!
Essa gente aí
Como é que faz?
Ô, ô, ô, ô, ô!, meu senhor!
Essa gente aí, hein?!
Como é que faz?
Composição: Adoniran Barbosa


“Temos que inventar uma versão.” Hilde In Favela Iluminada, J.L.R. Set 2017


Favela Iluminada



PRAÇA ONZE - (OS DEMÔNIOS DA GAROA)

Vão acabar com a Praça Onze Não vai haver mais Escola de Samba, não vai Chora o tamborim Chora o morro inteiro Favela, Salgueiro Mangueira, Estação Primeira Guardai os vossos pandeiros, guardai Porque a Escola de Samba não sai

Adeus, minha Praça Onze, adeus Já sabemos que vais desaparecer Leva contigo a nossa recordação Mas ficarás eternamente em nosso coração E algum dia nova praça nós teremos E o teu passado cantaremos




Praça Onze
Herivelto Martins
 
Vão acabar com a Praça Onze
Não vai haver mais Escola de Samba, não vai
Chora o tamborim
Chora o morro inteiro
Favela, Salgueiro
Mangueira, Estação Primeira
Guardai os vossos pandeiros, guardai
Porque a Escola de Samba não sai

Adeus, minha Praça Onze, adeus
Já sabemos que vais desaparecer
Leva contigo a nossa recordação
Mas ficarás eternamente em nosso coração
E algum dia nova praça nós teremos
E o teu passado cantaremos
Composição: Grande Otelo / Herivelto Martin


“Há quanto tempo, ah, quanto custa hoje em dia?”



Pobreza



Falando de Pobreza
Luiz Melodia



“Falando de pobreza sem ser triste
Falando de tristeza sem ser pobre
Ah, há quanto tempo?
Ah, quanto custa hoje em dia?

Que não sei de nada
Quis saber de tudo
Nunca é tudo
Há quanto tempo, ah, quanto custa hoje em dia?

Que o amor é luto
Que o amor é tudo
Muito distante
Há quanto tempo, ah, quanto custa hoje em dia?”


Referência

http://criando.blogs.sapo.pt/resenha-o-cortico-aluisio-de-azevedo-22986

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Locomotivas fogosas delimitadas por Trilhos de Aço

Direito Penal

"Jesus cristo é o maquinista e não perde a direção..." Andréa Fontes

Princípios Constitucionais


"Os princípios constitucionais estão para qualquer ramo de direito assim como o trilho está para a locomotiva." Professsor Ferreira Pinto apud Professor Geovane Moraes



Cuidados para uma locomotiva | Nos Trilhos | Thomas e seus amigos



Aula 1.1 - Direito Penal (Geovane Moraes)



Locomotiva
Andréa Fontes



Locomotiva
Andréa Fontes
 
Ao ver sobre os dormentes dos trilhos onde passa o trem
Sou levada a meditar na vida que o crente tem
Nossa vida é como o trem sobre os trilhos tem que andar
Mesmo vindo a tempestade não podemos desviar.

O crente que fala muito criticando o seu irmão
Mas não tem a vida certa e vive em murmuração
É igual a locomotiva que apita sem razão
Fazendo muito barulho mas não chega na estação.

A televisão ligada na novela e show também
Faz irmão chegar na igreja só na hora do amém
Esse crente mais parece com um velho e fraco trem
Quando chega na ladeira quer subir e força não tem.

O crente que não é firme e que vive a tropeçar
Sem coragem de ir à frente sem vontade de chegar
É um trem com a roda solta é preciso concertar
Pois na curva perigosa pode até descarrilhar.

O crente que diz que prega e que sabe trabalhar
Mas vai ver não sabe nada, sabe mesmo é conversar
É igual locomotiva com ferrugem no motor
Que não anda quase nada e só faz soltar vapor.

Por aqui vou encerrando a minha comparação
Meditando nestes versos todos vão me dar razão
Vou seguindo a minha linha pra chegar na estação
Jesus cristo é o maquinista e não perde a direção...

Trilhos de Minas


Trilhos de Minas - Estrada de Ferro Oeste de Minas


Trenzinho Caipira



Trenzinho Caipira
Heitor Villa Lobos
 
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra
Vai pelo mar
Cantando pela serra do luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar no ar no ar no ar no ar
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra
Vai pelo mar
Cantando pela serra do luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar no ar no ar

Composição: Ferreira Gullar




Loucura
Lupicínio Rodrigues

"Ó, Deus! será que o Senhor não está vendo isto"


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Raquel Dodge sabatina o Senado

- A partir de 18 de setembro -

e a República


Raquel defende envio de denúncia contra Temer para a Câmara
Brasil 20.09.17 17:18
Em sua estreia em sessão no STF, Raquel Dodge entregou um memorial defendendo o envio da segunda denúncia contra Michel Temer para a Câmara dos Deputados.
A nova procuradora-geral da República alega que:
“A Constituição estabelece o rito procedimental: i) atribuição do Procurador-Geral da República para oferecimento de denúncia contra o Presidente da República; ii) competência da Câmara dos Deputados para autorizar a instauração do processo; iii) competência do Supremo Tribunal Federal para o recebimento da denúncia a processamento da causa.”
Ela acrescenta:
“Não há lugar, portanto, para impugnar a viabilidade da denúncia fora deste rito constitucional, antes da decisão da Câmara dos Deputados.”
A íntegra do memorial:

https://cdn.oantagonista.net/uploads/2017/09/IMG_4973-1-229x353.jpg


https://cdn.oantagonista.net/uploads/2017/09/IMG_4972-215x353.jpg



Perfil: quem é Raquel Dodge, a primeira procuradora-geral da república
Dodge formou-se em direito na Universidade de Brasília (UnB) e fez mestrado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos

 em 17/09/2017 23:54
 Correio Braziliense







MP deve 'garantir que ninguém esteja acima da lei', diz Raquel Dodge em discurso de posse
Afirmação foi feita pela nova procuradora-geral da República em cerimônia de posse. Raquel Dodge substitui Rodrigo Janot, que deixa o cargo após 4 anos.


Por Renan Ramalho e Guilherme Mazui, G1, Brasília
18/09/2017 08h29  Atualizado há menos de 1 minuto



Perfil de Raquel Dodge é técnico, rigoroso e discreto, descrevem colegas; conheça a nova procuradora-geral da República
Ela assume chefia do Ministério Público Federal nesta segunda (18) após 4 anos de gestão de Rodrigo Janot. Em 30 anos de carreira, se destacou no combate ao crime organizado e à corrupção.

Por Guilherme Mazui, G1, Brasília
18/09/2017 05h01  Atualizado há 46 minutos




Brasil 13.07.17 20:18
Saiu a nomeação de Raquel Dodge para exercer o cargo de PGR no lugar de Rodrigo Janot, mas só a partir de 18 de setembro.











Raquel Dodge sabatinada no Senado


CCJ do Senado sabatina Raquel Dodge; acompanhe ao vivo

CCJ do Senado sabatina Raquel Dodge; acompanhe ao vivo
12/07/2017 10h45

Líria Jade - Repórter da Agência Brasil
Indicada pelo presidente Michel Temer para ocupar o cargo de procuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge passa por sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Rodrigo Janot, atual procurador-geral da República, deixa o posto no dia 17 de setembro. Antes de responder às perguntas, Raquel Dodge deve fazer uma exposição. Depois disso, cada senador tem dez minutos para perguntar. A indicada tem o mesmo tempo para responder. São cinco minutos para réplica e cinco para a tréplica. Após a sabatina, os membros da CCJ vão decidir, em votação secreta, se aceitam a indicação. Caso aceitem, o nome de Raquel Dodge passará por uma segunda e última votação, desta vez, no plenário do Senado.

Acompanhe ao vivo:



Comissão de Constituição e Justiça do Senado sabatina Raquel Dodge

Assista aqui a reportagem:


http://g1.globo.com/jornal-hoje/edicoes/2017/07/12.html#!v/6002664

Referência



https://cdn.oantagonista.net/uploads/2017/09/IMG_4973-1-229x353.jpg 
https://cdn.oantagonista.net/uploads/2017/09/IMG_4972-215x353.jpg 

https://www.oantagonista.com/brasil/raquel-defende-envio-de-denuncia-contra-temer-para-camara/
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2017/09/17/internas_polbraeco,626757/perfil-quem-e-raquel-dodge-a-primeira-procuradora-geral-da-republica.shtml
https://g1.globo.com/politica/noticia/mp-deve-garantir-que-ninguem-esteja-acima-da-lei-diz-dodge.ghtml
https://g1.globo.com/politica/noticia/perfil-de-raquel-dodge-e-tecnico-rigoroso-e-discreto-descrevem-colegas-conheca-a-nova-procuradora-geral-da-republica.ghtml
http://www.oantagonista.com/posts/a-partir-de-18-de-setembro





domingo, 17 de setembro de 2017

Mudando Tudo na FAVELA ILUMINADA...

Para continuar Tudo como está.


“Embora seja verdade que Paris é uma cidade ultra iluminada, seu título vem do fato de que durante séculos as mentes mais iluminadas de diversas vertentes da arte eram atraídas a Paris como os insetos são atraídos pelas lâmpadas.”




Primeira favela do Brasil, Morro da Providência

A planta que cobria o Morro da Providência, conhecida como favela, deu nome a esse tipo de moradia - Agência O Globo - 21/05/1966




GRUPO DO PINXINGUINHA - MORRO DA FAVELA 1917


Vazamento Providencial de crime em FAVELA ILUMINADA

De: Dr. Gusmão
Para: Vereador Dr. Edgar

A/C Secretaria do Gabinete na Câmara de Vereadores do Município

Assunto: Trabalho de Casa para preparo de sua campanha como Prefeito Municipal na Coligação Mudando Tudo para continuar Tudo como está.

Meu caro Edgar, já encaminhei pelo portador Leão da Favela aquela mala de Pito para as primeiras despesas para cobrir e arregimentar mulheres para nossa campanha vitoriosa, posto que já comprada e acertada a priori.

Como sabe, eleição é como sorteio da contravenção. Não é considerada crime mas os bichos podem ser domesticados de acordo com o nosso interesse e vontade. E agora com urnas eletrônicas procuram se adequar com a tecnologia que já dominamos há tempo na Zoologia Eletrônica Animal, através de nossas Roletas Eletrônicas e Bingos Eletrônicos.

Nunca olvidaremos de nosso inspirador Barão de Drummond no Império com suas rifas no seu zoológico em terras por ele arrendadas à mulher de D. Pedro I, na Vila Izabel de Noel Rosa. Mas temos que nos antecipar ao progresso para que uma roda de um veículo mais rápido que as das velhas Marias Fumaças da Leopoldina não passe sobre nossas pernas.

Posto isto, estou encaminhando em anexo um material para que você ou sua assessoria leia e medite sobre o discurso de certa esquerda esquerdejante que ousa atravessar no nosso caminho.

Precisamos cortar o mal pela raiz para não termos que mais tarde arcar com maiores despesas em propinas, subornos e corrupção de quem hoje faz discurso demagojento para agradar a massa ignara.

Trata-se da plataforma, resumida em entrevista da então candidata a Prefeito de Curitiba, a Amante na Planilha da Odebrecht, hoje senadora e presidente da Coirmã Organização Criminosa PT, que atende também pela alcunha de Gleisi Hoffman. Na oposição nos é útil, como as neófitas Sheilas de FAVELA, mas no poder julgam que o mesmo mudou de mãos quando apenas estarão temporariamente cuidando do que não lhes pertence como deveriam saber - e talvez até saibam - mas fingem-se de ignorantes ou idiotas, coisas que sabemos que não são, posto que somos do mesmo ramo criminal.

Mudam-se os gêneros mas permanece a espécie. Ela gruda no Poder como Mariposas aos candeeiros em noites frias do inverno do Paraná. Quando se queimam temos que apenas varrer suas cinzas para debaixo do tapete e calar as vozes e ações de quem ouse descobrir o bem feito.

Não admitiremos que azinhavres encrostem sobre nossa comunidade enfraquecendo a luminosidade de Favela Iluminada. Essas crostas esverdeadas de zinabre não embaçarão nossa bateria querida. Não passarão.

Dê um tempo nas noites brilhantes de Madame Stael e ponha a bunda na cadeira para estudar e assimilar o que tento lhe passar na prática.

Não economize com os aditivos para que Frida e a outra, que me foge o nome, mas que se interessou muito pelo Pito do Morro de vó Ana, não deixem de tratar bem aquela jovem porta-estandarte da minha comunidade como menina de família séria prestes a se tornar uma dama das nossas divinas estrelas. Brilho natural e graça não lhe faltam, como até você já expressou. Resta a lapidação desse diamante bruto que muito lucro poderá trazer no outro ramo de nosso empreendimento.

Não é necessário queimar velas para Divindades do bem, a nossa já está comprometida com o Demo. Passar bem e recomendações saudosas a doce porta bandeira.

Seu Patrão e Mentor.


ANEXO

Comunicação entrevista Gleisi Hoffmann
Texto:
Quem é o candidato
Nome completo: Gleisi Helena Hoffmann
Coligação: Curitiba para Todos
PT / PTC / PHS / PMN / PRB / PSC
Idade: 43 anos
Sexo: feminino
·         Reportagem: Luciane Belin | Editor:Vanessa Prateano
·         01/10/2008
Quem é o candidato
Nome completo: Gleisi Helena Hoffmann
Coligação: Curitiba para Todos
PT / PTC / PHS / PMN / PRB / PSC
Idade: 43 anos
Sexo: feminino
Natural de: Curitiba (PR)
Estado civil: casada
Grau de instrução declarado: superior completo
Ocupação declarada: advogada
Patrimônio declarado: R$ 623.951,00
Situação do CPF na Receita Federal: regular
Limite de gasto na campanha: R$ 13.000.000,00
Responde a processos na Justiça? Não
Candidato a vice: Borges dos Reis
Número: 13


“Quando foi de madrugada
Prenda minha
Foi-se embora e não voltou”

"Já que é pra tombar, tombei.”

“Já que é pra tombar
Tombei (bang bang)
Já que é pra tombar
Tombei (bang bang)”




Prenda Minha - Délcio Tavares


Sophia Loren Mambo Italiano


Tombei (part. Tropkillaz)
Karol Conka

Primeira favela do Brasil, Morro da Providência completa 120 anos


POR O GLOBO
05/06/2017 16:24
RIO - O Morro da Providência, de onde são os bandidos que ordenaram o arrastão às lojas da Rua Senador Pompeu, no Centro do Rio, nesta segunda-feira, foi a primeira favela do Brasil, criada há 120 anos. Hoje dominada pelo tráfico, a comunidade fica localizada atrás da Central do Brasil, entre o Santo Cristo e a Gamboa, e sua história se confunde com a Guerra de Canudos.
Após a campanha em Canudos, no sertão baiano, os integrantes do Exército voltaram ao Rio de Janeiro em busca da recompensa prometida pelo governo: uma casa. Apesar de terem saído vitoriosos sobre o grupo liderado por Antônio Conselheiro - considerado por fazendeiros da região uma ameaça - eles nada receberam. Sem local para ficar, acabaram se estabelecendo na Providência. Segundo o historiador Milton Teixeira, o início da ocupação ocorreu em 1897.
Foi também essa a primeira vez que o termo favela, uma planta rasteira comum na região de Canudos, foi usado. Era esse o nome que os moradores deram à Providência: Morro da Favela. Foi só na década de 1920 que o termo passou a ser usado para se referir a outras comunidades carentes.
A Providência também abrigou ex-escravos e ganhou visibilidade cultural com o lançamento, em 1916, da música “Morro da Favela”, e o filme “Favela dos meus amores”, rodado em 1935 por Humberto Mauro quase integralmente ali.
Ao longo do século XX, porém, a comunidade se transformou em uma das mais perigosas da cidade. Em 30 de agosto de 1948, O GLOBO noticiava um crime com um morto no Morro da Favela. Alguns anos depois, em 21 de março de 1963, uma notícia mostrava a importância que a Providência havia conquistado no mundo do crime: numa única operação, que mobilizou 500 policiais, cães adestrados, um helicóptero e rádios transmissores a polícia prendeu 223 pessoas, localizou uma rádio clandestina e apreendeu grande quantidade de armas e produtos contrabandeados.
Uma tragédia de grandes proporções foi registrada em 29 de dezembro de 1968, quando uma explosão de dinamite derrubou mais de 20 barracos no Morro da Favela, deixando pelo menos sete mortos e 600 desabrigados.
O atual Morro da Providência foi ocupado pela Polícia Militar (PM) em 22 março de 2010, sem o disparo de um tiro sequer. Um mês depois, ali foi implantada uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), em 26 de abril. Já a inauguração de um teleférico pela prefeitura ocorreu em julho de 2014. As iniciativas, entre outras obras, faziam supor que a vida na comunidade de mais de 4 mil habitantes iria ficar mais tranquila, mas os conflitos entre policiais e bandidos continuaram acontecendo.
Atualmente, no entanto, o tráfico voltou a dominar a região, que deveria ser totalmente à prova de crimes, por abrigar a Secretaria estadual de Segurança, o Comando Militar do Leste, duas delegacias e um batalhão da PM.
Na madrugada desta segunda-feira, uma cena inimaginável para a população carioca chocou a todos. Pelo menos 50 bandidos armados com fuzis e pistolas fecharam a Rua Senador Pompeu, na Central do Brasil, e saquearam 14 lojas, das quais roubaram de equipamentos eletrônicos a produtos alimentícios, além de dinheiro.
A ousadia da quadrilha foi uma represália do chefe do tráfico do Morro da Providência, Evanilson Marques da Silva, o Dão, à recusa dos comerciantes em pagar uma “caixinha” a ele. A informação é de uma pessoa que trabalha no local. Segundo o relato, o bandido exigiu uma quantia de cada lojista, que não foi paga.

Morro da Providência: A Poesia Urge!

Sarau Providencial



Nada é simples: a ligação elétrica para o microfone dá problema. 
Demora 25 minutos para ficar pronta. As crianças, Nivea e Gabriella estão indóceis. Tudo pronto! O microfone está quebrado...
Vamos fazer no gogó, digo. As crianças me vaiam...





Cidade Luz


Paris Iluminada com Cruzeiro pelo Sena
Uma escapada noturna imperdível no coração de Paris! Os monumentos de Paris e as belas pontes do rio Sena revelam-se durante a navegação. Após cruzeiro (sem jantar), o passeio continua para a visita noturna dos monumentos iluminados.


Folha Seca

“Assim é a vida do homem sem Deus
É uma folha seca caída no chão” Jair Pires


Folhas Secas
Nelson Cavaquinho
 
Quando eu piso em folhas secas
Caídas de uma mangueira
Penso na minha escola
E nos poetas da minha estação primeira

Não sei quantas vezes
Subi o morro cantando
Sempre o sol me queimando
E assim vou me acabando.

Quando o tempo avisar
Que não posso mais cantar
Sei que vou sentir saudade
Ao lado do meu violão
Da minha mocidade
Composição: Guilherme DeBrito / Nelson Cavaquinho



Juízo Final
Nelson Cavaquinho
 
O sol há de brilhar mais uma vez
A luz há de chegar aos corações
Do mal será queimada a semente
O amor será eterno novamente

É o Juízo Final
A história do Bem e do Mal
Quero ter olhos pra ver
A maldade desaparecer

Composição: Nelson Cavaquinho


Referência

http://www.viajarei.com/por-que-paris-e-chamada-de-a-cidade-luz/
http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/jornal/?p=5015
https://oglobo.globo.com/rio/primeira-favela-do-brasil-morro-da-providencia-completa-120-anos-21378057
http://www.parisexclusivo.net/work/paris-iluminada-com-cruzeiro-pelo-sena/
http://bateriario.com.br/curiosidades/o-que-e-zinabre-saiba-como-retirar/
http://gramaticadaira.blogspot.com.br/2010/06/