terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Passa fora pé de chumbo

Ma-Tuga no Mato: imagens sobre os portugueses em discursos rurais moçambicanos


UPLOADED BY

J. Pimentel Teixeira



José Pimentel Teixeira1
 MA-TUGA NO MATO: IMAGENS SOBRE OS PORTUGUESES EM DISCURSOS RURAIS MOÇAMBICANOS2

Feita de lavras
em pousio e esperança adiada
pertencemos todos a esta áfrica lusitana

que pelas outras se expandiria. Por estas
andámos perdidos, ignorando então
que a passagem obrigava ao regresso.
(Rui KNOPFLI, "As Origens", O monhé das cobras, Lisboa, Caminho, 1997: 67)


1 Departamento de Arqueologia e Antropologia, Universidade Eduardo Mondlane; zezepimteix@hotmail.com
2 Versão de um texto apresentado no “Portuguese/African Encounters: an Interdisciplinary Congress”, realizado na
Universidade de Brown entre 26 e 29 de Abril de 2002.
“Tuga” é um termo de cariz algo depreciativo utilizado para definir portugueses, em especial em contextos urbanos.
“Ma” é um prefixo constitutivo do plural, recorrente (mas não universal) nas diversas línguas moçambicanas.






Brasil – A abdicação de D. Pedro I



Pelo porto saíam os produtos, que apesar dos baixos preços, sustentavam a base da economia nacional.


Impopularidade cresce
Partido Português fiel


No nordeste, na moita ou surdina:


(...) “Acabamos assim,
Morram todos os corcundas
Do Icró, Crato e Jardim”.


Pelo Rio, de acordo com o historiador Pedro Calmon, “em clima tão ao sabor da independência”:


“Passa fora pé de chumbo
Vai-te do nosso Brasil
Que o Brasil é brasileiro
Depois do 7 de abril”.


Passa fora ditadura militar no Brasil







Os anos da Ditadura Militar no Brasil (Record News)



Ameaça de invasão da polícia na Universidade do Brasil:


Passa fora peleguins:
Durante o regime militar Reitor proibiu a entrada da polícia militar na Universidade do Brasil, dizendo: "aqui, esses beleguins de tropa militar não entram, porque entrar na Universidade só através de vestibular".
Um Amargoso, da Bahia, “modéstia à parte”, professor e historiador Pedro Calmon da Faculdade de Direito.





Quando erraram acertaram
Quando acertaram erraram
Seguiram-se cartesianos
Como bons ginasianos


Passa fora Collor




Passa Fora Dilma





TSE dá passa fora em Dilma e chama Polícia Federal para investigá-la
TSE autoriza Polícia Federal a coletar provas contra chapa de Dilma e Temer.


Passa fora foro privilegiado por “amor aos indivíduos”


sábado, 7 de janeiro de 2017

Foro privilegiado? - Miguel Reale Júnior*

- O Estado de S. Paulo

• É preciso garantir a independência e a imparcialidade ao julgar autoridades

Com a enxurrada de processos a instalar contra parlamentares em vista da delação da Odebrecht, a questão do foro volta à cena. Essa matéria tem sido tratada de forma simplista. Primeiramente, é errado falar em foro privilegiado. Essa opção de nossas Constituições, desde 1946, fundada em avaliações complexas, não foi adotada de má-fé para benefício das autoridades.

No maniqueísmo próprio do atual cenário político brasileiro, em clima de Fla-Flu, estabeleceu-se que ser a favor do foro privilegiado é promover a impunidade e ser contra o foro privilegiado é tornar viável a punição dos políticos corruptos. Agora há duas emendas constitucionais propondo a total eliminação do foro privilegiado.

Constitucionalistas e processualistas são enfáticos em afirmar que não se trata de privilégio ou proteção dos poderosos a competência dos tribunais para julgar autoridades. O festejado processualista do século passado José Frederico Marques já alertava que a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar ocupantes de elevados cargos não constitui privilégio de foro porque essa competência não se estabelece por “amor aos indivíduos”, e sim pelo caráter das funções que exercem, para garantia de independência da Justiça. Inadmissível, diz hoje o jovem processualista Gustavo Badaró, é o foro em atenção à pessoa em si.

Segundo Frederico Marques, o foro por prerrogativa da função não é privilégio odioso, mas elementar precaução para amparar a um só tempo a Justiça e o próprio acusado, visando a que inferiores não julguem superiores, com todos os prejuízos daí decorrentes, diante das influências possíveis.

Um dos mais ilustres ministros do STF, autor do clássico livro de sociologia política Coronelismo, Enxada e Voto, Victor Nunes Leal considerou ser a competência por prerrogativa da função instituída não no interesse pessoal do ocupante do cargo, mas no interesse público, para a autoridade vir a ser julgada com plenas garantias e completa imparcialidade. Presume o constituinte, diz Victor Nunes, “que os tribunais de maior categoria tenham mais isenção para julgar os ocupantes de determinadas funções públicas por sua capacidade de resistir à eventual influência do próprio acusado. A presumida independência do tribunal superior é uma garantia bilateral contra e a favor do acusado” (Reclamação 473, de 1962).

Essa solução busca, portanto, antes de tudo assegurar a independência e a imparcialidade da Justiça, para proteger um interesse geral. E, diga-se, ao se estabelecer o julgamento por um tribunal, deixa de haver duplo grau de jurisdição.

Evita-se, destarte, que o prefeito da cidade seja processado criminalmente perante o juiz da comarca, que estaria sujeito a todas as pressões das vertentes políticas existentes, em especial nas comarcas menores. Como entregar, sem receio, o julgamento de um desembargador a um juiz de primeira instância? Igualmente é complicado garantir a um juiz de primeira instância a ausência de pressões em processo criminal contra o governador. Até mesmo a acusação a um promotor de primeiro grau pode estar sujeita a circunstâncias políticas e justificar a competência do Tribunal de Justiça.

Antes de 1988, o parlamentar só era processado se houvesse autorização de sua Casa legislativa, exigência em boa hora eliminada, pois havia imenso corporativismo impeditivo de processos contra deputados e senadores. Passou-se, todavia, a submeter o congressista a julgamento pelo STF.

Mas surgiu grave problema: o número elevado de deputados e senadores processados criminalmente e a falta de vocação do Supremo para se tornar vara criminal, para julgar em tempo razoável tantos processos. O resultado tem sido altamente negativo, com excessiva demora e decurso de prescrição, ou seja, a impunidade, causadora de justa grita popular.

É, sem dúvida, espantoso o número de deputados e senadores sujeitos a processos criminais no STF. E serão muitos mais com as delações, a exigir uma pronta modificação da nossa Constituição para atender a ambas as finalidades: garantia de independência e imparcialidade nos julgamentos das autoridades e celeridade destes.

A solução não está, portanto, em eliminar o foro por prerrogativa de função, que seria simplista e arriscada, mesmo porque da decisão caberia recurso de apelação. O mais seguro está em atribuir aos Tribunais Regionais Federais, por meio de Turma Especial, a competência de julgar deputados federais e ministros, segundo o critério do local do crime, sem duplo grau de jurisdição. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul mostra eficiência no julgamento de prefeitos, pela 4.ª Câmara Criminal, sem recurso de apelação.

Assim, haveria preservação de maior independência e imparcialidade para o julgamento de deputados e senadores, submetido o processo a uma das turmas dos Tribunais Regionais Federais, dando-se agilidade ao procedimento, em resposta à exigência de presteza na prestação jurisdicional.

O STF seria competente apenas para julgar os chefes de Poderes e seus próprios membros. Ao STJ caberia julgar os governadores, sem cabença de recurso.

Há outro dado importante a ser ressaltado: iniciado o processo num tribunal em razão do cargo, nele perdurará até final, mesmo que o réu deixe de ocupá-lo, para evitar o deslocamento de competência que hoje é feito.

Já se sabe o caminho, mas duvido que os congressistas venham a aprovar mudança que torne o julgamento deles mesmos mais célere. Resta, então, o imenso problema do excesso de processos.

A única solução está em o STF convocar, como prevê o Regimento Interno, desembargadores para auxiliarem na tarefa imensa de julgar deputados e senadores. Cabe ao STF humildemente pedir ajuda.
--------------------
*Advogado, professor titular senior da Faculdade de Direito da USP, membro da Academia Paulista de Letras, foi ministro da Justiça








Referências


http://www.passeiweb.com/estudos/sala_de_aula/historia/abdicacao_d_pedro_i

http://www.historia-brasil.com/bibliografia/pedro-calmon.htm

http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/mgtv-2edicao/videos/v/personagens-contam-memorias-da-epoca-da-ditadura-militar-em-juiz-de-fora/3251642/

http://www.suapesquisa.com/ditadura/

http://br.blastingnews.com/brasil/2016/04/tse-da-passa-fora-em-dilma-e-chama-policia-federal-para-investiga-la-00886707.html

http://gilvanmelo.blogspot.com.br/2017/01/foro-privilegiado-miguel-reale-junior.html



http://www.academia.edu/1129594/Ma-Tuga_no_Mato_imagens_sobre_os_portugueses_em_discursos_rurais_mo%C3%A7ambicanos

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O mundo vai se acabar?

E Prá depois do fim do mundo?

“Sim as delações agora, luz, lucidade senhora” Tom Zé

‘Homologa esse cascalho’, brada Tom Zé
Cantor e compositor baiano divulga música em meio à expectativa para que o Supremo Tribunal Federal homologue os acordos de delação premiada de 77 delatores da Odebrecht

Mateus Coutinho e Fausto Macedo
28 Janeiro 2017 | 05h00


“Enquanto o País aguarda ansioso pela delação dos executivos da Odebrecht que deve abalar o mundo político, um dos ícones da MPB, o cantor e compositor baiano Tom Zé divulgou na noite desta sexta-feira, 27, a música “Queremos as delações”, feita por ele e pelo compositor Paulo Lepetit.
“Pessoal, esta canção fiz com Paulo Lepetit pra gente torcer pela publicação das delações, que há quem esteja interessado em esconder”, afirmou Tom Zé em sua página oficial no Facebook. Com 2 min e 58 seg, a manifestação artística criada para pressionar o Supremo Tribunal Federal, responsável por analisar e homologar o acordo de 77 delatores da empreiteira que devem atingir centenas de políticos, conta com um piano ao fundo e a voz de Tom Zé fazendo seu apelo em refrão:

“Queremos as delações, queremos as delações”
“Sim as delações agora, luz, lucidade senhora”
“Queremos as delações, queremos as delações”
“Sim as delações agora, luz, lucidade senhora”
“Estamos pagando por elas vintém a vintém”
“Sofremos com elas do Rio de Janeiro a Belém”
“logo logo esse baralho, homologa esse cascalho”
“logo logo esse baralho, homologa esse cascalho”
“logo logo esse baralho, homologa esse cascalho”

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/homologa-esse-cascalho-brada-tom-ze/


A Moda do Fim do Mundo
Tom Zé
 
Cumpadi em Brasília, espaiaram
um boato muito chato
que o mundo vai se acabar

Vancê fique de oreia no rádio
Vancê fique de oio no jorná
Porque, vou te contar,
no dia que o mundo se acabá

Nesse dia a gente tem que resolver
Que nós temo que esconder...

E se o mundo não se acabar


Adriana Calcanhotto - E o mundo nao se acabou

REFRÃO
Anunciaram e garantiram
Que o mundo ia se acabar
Por causa disso a minha gente
Lá de casa começou a rezar
E até disseram que o sol
Ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite
Lá no morro não se fez batucada


Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando de aproveitar
Beijei na boca de quem não devia
Peguei na mão de quem não conhecia
Dancei um samba em traje de maiô
E o tal do mundo não se acabou

[REFRÃO]
Anunciaram e garantiram
Que o mundo ia se acabar
Por causa disso a minha gente
Lá de casa começou a rezar
E até disseram que o sol
Ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite
Lá no morro não se fez batucada


Chamei um gajo com quem não me dava
E perdoei a sua ingratidão
E festejando o acontecimento
Gastei com ele mais de quinhentão
Agora eu soube que o gajo anda
Dizendo coisa que não se passou
E vai ter barulho, vai ter confusão
Porque o mundo não se acabou

[REFRÃO]
Anunciaram e garantiram
Que o mundo ia se acabar
Por causa disso a minha gente
Lá de casa começou a rezar
E até disseram que o sol
Ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite
Lá no morro não se fez batucada
Composição: Assis Valente



Leci Brandão



"Luz, luz, mais luz." Goethe


Mário - POR TRIBUNA
Charge - 31/01/2017

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Brasileiro Pedra 90

Tom era pedreira

"Pedra 90 só enfrenta quem agüenta" Francisco Milani

Com ele ninguém agüenta
O seu Tom é forte
Amigo, ele é pedra noventa

Matita Perê
Tom Jobim
Compositor: Antonio Carlos Jobim / Paulo Cesar Pinheiro


Homenagem a (in honor of):
Guimarães Rosa
Carlos Drummond de Andrade
Mario Palmério

No jardim das rosas
De sonho e medo
Pelos canteiros de espinhos e flores
Lá, quero ver você
Olerê, Olará, você me pegar

Madrugada fria de estranho sonho
Acordou João, cachorro latia
João abriu a porta
O sonho existia

Que João fugisse
Que João partisse
Que João sumisse do mundo
De nem Deus achar, Ierê

Manhã noiteira de força viagem
Leva em dianteira um dia de vantagem
Folha de palmeira apaga a passagem
O chão, na palma da mão, o chão, o chão

E manhã redonda de pedras altas
Cruzou fronteira de servidão
Olerê, quero ver
Olerê

E por maus caminhos de toda sorte
Buscando a vida, encontrando a morte
Pela meia rosa do quadrante Norte
João, João

Um tal de Chico chamado Antônio
Num cavalo baio que era um burro velho
Que na barra fria já cruzado o rio
Lá vinha Matias cujo o nome é Pedro
Aliás Horácio, vulgo Simão
Lá um chamado Tião
Chamado João

Recebendo aviso entortou caminho
De Nor-Nordeste pra Norte-Norte
Na meia vida de adiadas mortes
Um estranho chamado João

No clarão das águas
No deserto negro
A perder mais nada
Corajoso medo
Lá quero ver você

Por sete caminhos de setenta sortes
Setecentas vidas e sete mil mortes
Esse um, João, João
E deu dia claro
E deu noite escura
E deu meia-noite no coração
Olerê, quero ver
Olerê

Passa sete serras
Passa cana brava
No brejo das almas
Tudo terminava
No caminho velho onde a lama trava
Lá no todo-fim-é-bom
Se acabou João

No Jardim das rosas
De sonho e medo
No clarão das águas
No deserto negro
Lá, quero ver você
Lerê, lará
Você me pegar





Tom Jobim - Matita Perê - 1973 - Full Album


Matita Perê
Tom Jobim
 
No jardim das rosas
De sonho e medo
Pelos canteiros de espinhos e flores
Lá, quero ver você
Olerê, Olará, você me pegar

Madrugada fria de estranho sonho
Acordou João, cachorro latia
João abriu a porta
O sonho existia

Que João fugisse
Que João partisse
Que João sumisse do mundo
De nem Deus achar, Ierê

Manhã noiteira de força viagem
Leva em dianteira um dia de vantagem
Folha de palmeira apaga a passagem
O chão, na palma da mão, o chão, o chão

E manhã redonda de pedras altas
Cruzou fronteira de servidão
Olerê, quero ver
Olerê

E por maus caminhos de toda sorte
Buscando a vida, encontrando a morte
Pela meia rosa do quadrante Norte
João, João

Um tal de Chico chamado Antônio
Num cavalo baio que era um burro velho
Que na barra fria já cruzado o rio
Lá vinha Matias cujo o nome é Pedro
Aliás Horácio, vulgo Simão
Lá um chamado Tião
Chamado João

Recebendo aviso entortou caminho
De Nor-Nordeste pra Norte-Norte
Na meia vida de adiadas mortes
Um estranho chamado João

No clarão das águas
No deserto negro
A perder mais nada
Corajoso medo
Lá quero ver você

Por sete caminhos de setenta sortes
Setecentas vidas e sete mil mortes
Esse um, João, João
E deu dia claro
E deu noite escura
E deu meia-noite no coração
Olerê, quero ver
Olerê

Passa sete serras
Passa cana brava
No brejo das almas
Tudo terminava
No caminho velho onde a lama trava
Lá no todo-fim-é-bom
Se acabou João

No Jardim das rosas
De sonho e medo
No clarão das águas
No deserto negro
Lá, quero ver você
Lerê, lará
Você me pegar






PEDRA 90 é uma gíria dos áureos tempos da boemia e da malandragem da Lapa carioca dos anos de 1920/30. A nonagésima era a última pedra do bingo, a pedra esperada, a pedra 90. Na época, atribuía-se então o termo “Pedra 90” ao amigo fiel e verdadeiro, ou ainda a alguém admirável.
Fonte(s):http://www.myspace.com/pedra90


MATITA PEREIRA



Não existe consenso a respeito de matita pereira ser um pássaro ou uma velha. O fato é que Matita possui um assobio inconfundível, que o caçador ao ouvir não tem dúvidas de ser ela. Matita, segundo a lenda sai a noite sobrevoa a casa daquele que zombou dela ou que a maltratou durante o dia, assombrando e assustando as criações de animais ou cachorros. Matita gosta de mascar tabaco, um ponto fraco usado por aqueles que querem descobrir a identidade de Matita. Segundo a lenda, quando alguém ouve o assobio de Matita na mata logo grita bem alto: "Vem buscar tabaco!". no dia seguinte, nas primeirs horas da manhã Matita bate a porta da pessoa para buscar o tabaco prometido. A pessoa se assusta e logo procura um pedaço de fumo para ofertar a Matita, caso a pessoa não der, matita volta a noite para assombrar a casa não deixando ninguém dormir.
Algumas lendas contam que caçadores que encontraram matita no meio da mata, descreveram matita como uma mulher velha com cabelos compridos e despenteados e que tem o corpo suspenso, flua com os braços levantados. Quem a ver fica paralisado de pavor.
Uma outra lenda a respeito de Matita Pereira, diz que quando Matita pressente sua morte, ela sai vagando pela noite e gritando: "quem quer? Quem quer?, quem responder "eu quero", fica coma maldição de virar Matita.



Para homenagear os 90 anos de Tom Jobim, Gshow lista aberturas de novelas com canções do músico
Antonio Carlos Jobim completaria 90 anos nesta quarta-feira, 25/1



O Tom das canções: 90 anos de Jobim
Ouça especial da Rádio Nacional de Brasília sobre o compositor, nesta quarta (25)



Cantora portuguesa lembra 90 anos de Tom Jobim
Carminho interpreta clássicos do mestre da MPB




Maestro Soberano da MPB, Tom Jobim faria 90 anos nesta quarta
Maestro autor de uma das músicas mais tocadas no mundo, Tom Jobim foi mestre da brasilidade


Cantores de Brasília homenageiam Tom Jobim
Correio Braziliense



Tom Jobim, 90 anos hoje
25 de janeiro de 2017

Tom Jobim, o maior compositor popular brasileiro de todos os tempos, faria hoje 90 anos. Pouco ou quase nada resta do país que Tom sonhou e cantou, mas a sua obra, algumas dezenas de canções maravilhosas e inesquecíveis, continuam imprescindíveis para a compreensão do Brasil contemporâneo.
De Julinho Bittencourt





De onde veio a expressão "Pedra 90"?
Lembram daquele personagem do saudoso Francisco Milani que sempre dizia "Pedra 90 só enfrenta quem agüenta"?

De onde vem essa expressão?

Pesquisei no Google e tudo o que achei foi uma marca de cachaça, mas não acho que o bordão veio daí. De fato, acho que a cachaça é que tem esse nome por causa do personagem.

Alguém sabe a resposta?

Melhor resposta:  PEDRA 90 é uma gíria dos áureos tempos da boemia e da malandragem da Lapa carioca dos anos de 1920/30. A nonagésima era a última pedra do bingo, a pedra esperada, a pedra 90. Na época, atribuía-se então o termo “Pedra 90” ao amigo fiel e verdadeiro, ou ainda a alguém admirável.
Fonte(s):http://www.myspace.com/pedra90
Zz Zilton Rodrigues · 7 anos atrás



Pedra Noventa
Noite Ilustrada
 
O meu argumento é forte
Comigo você não aguenta
Amigo, eu sou pedra noventa.
Pedra noventa,
Quer dizer sinceridade,
Pedra noventa,
É prezar uma amizade.

Como você pode julgar,
Que eu cobiçava essa mulher?
Mulher de amigo meu,
Pra mim, é zé.



Pedro Pedreira Pedra Noventa
Só enfrenta quem aguenta


Escolinha do Professor Raimundo (Ep. 333) - Pedro Pedreira - Descobrimento do Brasil

Publicado em 23 de mar de 2013
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Pessoas e blogs
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NOVA ESCOLINHA - PEDRO PEDREIRA QUER PROVAS

ESCOLA DA HORA

Publicado em 30 de dez de 2016
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Pessoas e blogs
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Tom Jobim – Luiza
Victor Carvalho

Enviado em 22 de mai de 2011


Luiza
Tom Jobim
Composição : Antônio Carlos Jobim

Rua,
Espada nua
Boia no céu imensa e amarela
Tão redonda a lua
Como flutua
Vem navegando o azul do firmamento
E no silêncio lento
Um trovador, cheio de estrelas
Escuta agora a canção que eu fiz
Pra te esquecer Luiza
Eu sou apenas um pobre amador
Apaixonado
Um aprendiz do teu amor
Acorda amor
Que eu sei que embaixo desta neve mora um coração

Vem cá, Luiza
Me dá tua mão
O teu desejo é sempre o meu desejo
Vem, me exorciza
Dá-me tua boca
E a rosa louca
Vem me dar um beijo
E um raio de sol
Nos teus cabelos
Como um brilhante que partindo a luz
Explode em sete cores
Revelando então os sete mil amores
Que eu guardei somente pra te dar Luiza
Luiza
Luiza
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Música
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Anda, Maria
Pois eu só teria
A minha agonia
Pra te oferecer



OLHA MARIA - MILTON NASCIMENTO E TOM JOBIM



Dez aberturas de novela com músicas de Tom Jobim







Estação Primeira de Mangueira 1992 - Se todos fossem iguais a você

Levy Júnior
Publicado em 19 de nov de 2012
Mangueira vai deixar saudade
Quando o carnaval chegar ao fim
Quero me perder na fantasia
Que invade os poemas de Jobim
Amanheceu, o Rio canta de alegria
Aconteceu a mais linda sinfonia
O sol já despontou na serra,
Molhando o seu corpo sedutor

O mar beija a garota de Ipanema,
a musa de um sonhador
O mar beija a garota de Ipanema,
a musa de um sonhador

É carnaval, é a doce ilusão,
É promessa de vida no meu coração
É carnaval, é a doce ilusão,
é promessa de vida no meu coração (Mas vem ... )

Vem, vem amar a liberdade,
Vem cantar e sorrir, ter um mundo melhor
Vem, meu coração está em festa,
Eu sou a Mangueira em Tom maior
Salve o samba de terreiro, salve o Rio de Janeiro,
Seus recantos naturais

Se todos fossem iguais a você,
que maravilha seria viver
Categoria
Música
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Música

"Se Todos Fossem Iguais a Você" por Jamelão (Google Play)

Referências

https://youtu.be/cc7HBAu2SWQ
https://www.vagalume.com.br/tom-jobim/matita-pere.html
https://youtu.be/Yh6_2lSW1C8
https://www.letras.mus.br/tom-jobim/86229/
http://3.bp.blogspot.com/_h92F2a-n9aY/SnjDmQGf6XI/AAAAAAAAGlQ/FVB6SogXYX0/s1600/matinta+pereira.jpg
http://bethccruz.blogspot.com.br/2009/03/lendas-da-amazonia.html
http://gshow.globo.com/tv/noticia/para-homenagear-os-90-anos-de-tom-jobim-gshow-lista-aberturas-de-novelas-com-cancoes-do-musico.ghtml
http://www.revistaforum.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Tom.jpg
http://radios.ebc.com.br/programacao-musical/edicao/2017-01/o-tom-das-cancoes-90-anos-de-jobim
http://radios.ebc.com.br/tanto-mar/edicao/2017-01/cantora-portuguesa-lembra-90-anos-de-tom-jobim
https://youtu.be/_ithCW0HOvE
https://www.youtube.com/watch?v=_ithCW0HOvE&feature=youtu.be
http://www.revistaforum.com.br/2017/01/25/tom-jobim-90-anos-hoje/
https://youtu.be/iog-nSMih_U
https://www.youtube.com/watch?v=iog-nSMih_U
https://youtu.be/OXUE7BgNnng
https://www.youtube.com/watch?v=OXUE7BgNnng
https://youtu.be/YRM27NLf8VM
https://www.youtube.com/watch?v=YRM27NLf8VM
http://blogs.correiobraziliense.com.br/proximocapitulo/wp-content/uploads/sites/27/2017/01/tom-jobim-550x298.jpg
http://blogs.correiobraziliense.com.br/proximocapitulo/2017/01/25/relembre-aberturas-de-novelas-com-musicas-de-tom-jobim/
https://youtu.be/G4MH9DbLLvY
https://youtu.be/oJ3gLQFarig